Meus gritos por liberdade povoam catedrais esquecidas
E despovoam cidades conhecidas.
Mas o meu medo e ansiedade é conversão:
Eu tenho psicastenia.
Quando essa agonia vai passar?
Quando me livrarei dessa dor psíquica?
Deixaram-me morta...
Mesmo estando viva,
Desprezaram a certeza do meu sofrer,
Julgava só o próprio sofrimento ser o pior.
Não quero mais chorar,
Mas é tão difícil esquecer,
E quase impossível recomeçar.
Talvez, esteja eu condenada,
Me condeno por um crime que não é meu.
Se tivesses feito válida a conformação,
Teríamos acabado ao menos...
Com o meu propósito: Perdoados!
Pelo tiroteio da tua inconformação,
Pela minha busca por libertação
Mataram-se dois!
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